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sábado, 25 de julho de 2015

O Prazer do Voyeurismo

Janela Indiscreta – O Prazer do Voyeurismo

Publicado por: Karina Marques em Jogos e FantasiasSexo 0
Você pode não ter ouvido falar o nome, mas provavelmente conhece o interesse que algumas pessoas têm por observar secretamente outras pessoas. Mas não é olhar por olhar. As pessoas que participam dessa prática são os chamados voyeurs e o prazer alcançado por eles é muito mais do que visual. Conheça o voyeurismo.

O que é o voyeurismo?

A sexualidade humana é algo muito complexo e diferentes pessoas se excitam com estímulos diferentes. O voyeurismo é, seguramente, um dosfetiches sexuais mais comuns. O voyeurismo consiste em observar uma pessoa em sua intimidade, sem que ela saiba que está sendo observada. Ao contrário do que se imagina, o voyeur não está em busca de ver exclusivamente cenas sexo explícito. Na verdade, o prazer do voyeur está em observar, em correr o risco de ser pego e, claro, em olhar cenas de teor sexual. Quando se fala em “teor sexual”, é importante ressaltar que o que é sexy para uns, pode não ser para outros. Portanto, ver uma mulher passar hidratante no corpo pode ser muito mais excitante do que vê-la se masturbar.

Quem são os voyeurs?

Embora os especialistas concordem que o voyeurismo está presente em diferentes graus em boa parte da população, a maioria dos voyeurs é de homens. Há diferentes motivos para isso. Um deles é o fato de que os homens são criaturas mais visuais do que as mulheres, isto é, a excitação deles começa já quando eles olham para seu objeto de desejo, enquanto as mulheres precisam de diferentes estímulos para se excitarem. Outra hipótese que explica o motivo dos homens serem voyeurs está no estímulo social.
Nossa cultura não apenas aceita, como também encoraja os homens a olharem mais para as mulheres, a buscarem nas mulheres marcas de sua intimidade que estejam brevemente expostas (um pedacinho da calcinha aparecendo, uma blusa mais transparente que o normal), além de, é claro, ter umaindústria pornográfica amplamente voltada para os homens. As mulheres, por outro lado, são desencorajadas a expressar interesse em olhar sexualmente para seus objetos de interesse. Portanto, este traço machista da sociedade pode ser um dos fatores que inibem o desenvolvimento do voyeurismo nas mulheres.
Porém, se você quer saber como identificar um voyeur, as notícias são desanimadoras: fora a prática de espiar os outros e o fato da maioria ser homem, os voyeurs não apresentam outras características comuns que os diferem do resto das pessoas. Na verdade, as pesquisas indicam que os voyeurs normalmente são mais saudáveis mentalmente do que não-voyeurs, sendo ainda muito baixo o número de voyeurs que têm problemas com drogas e álcool.
Portanto, meninas, atenção para suas janelas na hora de tomar banho!

A prática do voyeurismo

Existem, basicamente, dois tipos de voyeurismo: o consensual e o não-consensual. Como o nome já diz, no primeiro caso a pessoa observada consente. Portanto, ela pode se deixar observar ao se masturbar, ao tirar a roupa, quando toma banho. O voyeurismo consensual também se reflete em encenações. Por exemplo, o voyeur sai do ambiente onde está para observar a outra pessoa que “esqueceu” a janela aberta, ou que está limpando a casa e se “descuidou” e acabou mostrando determinadas parte do corpo. Há ainda sites pornôs onde a webcam do observado fica ligada enquanto o voyeur assiste ao “show”.
Já o voyeurismo não-consensual é mais complicado e pode até ser enquadrado na lei como invasão de privacidade. Existe aquele voyeurismo “inocente” dos adolescentes que ficam embaixo da escada observando as meninas de saia que passam por ela. Existe também o mais invasivo, quando uma planeja o ato, adquire binóculos, chegando até a estudar os horários da vítima para saber quando pode observa-la em seus momentos mais íntimos. Alguns dos lugares mais comuns onde esse tipo de voyeurismo acontece são:

A Casa da pessoa observada;
Provadores de lojas;
Banheiros públicos

Além desses lugares onde o voyeur pode observar diretamente sua vítima, também acontece do voyeur ter acesso aos ambientes e instalar câmeras.

O voyeur dentro de nós

Todos nós temos um pouco de voyeur. Na verdade, a palavra “voyeurismo” muitas vezes é utilizada para designar qualquer um que tenha interesse em observar outras pessoas, como elas vivem, o que fazem. Não é à toa que as empresas de televisão investem tão pesado nos reality shows – os produtores sabem que todos nós temos um pouquinho de interesse em acompanhar a vida alheia.
Mas já que o assunto é sexo, é possível citar alguns exemplos de voyeurismo leve. Um homem que olha demais para aquele decote que você está usando, uma mulher que gosta de ver um casal fazendo sexo. Nada disso faz do indivíduo um pervertido. Temos desejos sexuais diferentes em momentos diferentes, isto é absolutamente normal. Ou não é?

O voyeurismo é saudável? Os limites do voyeurismo

Como muitos fetiches sexuais, o voyeurismo, desde que consensual, pode ajudar a manter a vida sexual do casal variada, aumentando a satisfação nessa área.
Entretanto, quando o voyeurismo não é consensual e/ou a pessoa só consegue se satisfazer sexualmente dessa forma, o voyeurismo deixa de ser um simples fetiche e se torna um problema. Nesse caso, deve-se buscar ajuda em um psicólogo. Um psiquiatra nem sempre é o mais indicado, já que o tratamento do voyeurismo não envolve medicamentos. Se o voyeur sofrer de outros transtornos, então pode ser feito o acompanhamento psiquiátrico destes outros problemas.

O que você acha do voyeurismo? Sente prazer em observar outras pessoas? Já passou por alguma situação onde foi observada sem seu consentimento? Comente!




Retirado de:http://googleweblight.com/?lite_url=http://irresistivel.com.br/janela-indiscreta-o-prazer-voyeurismo/&ei=C7fo2ovz&lc=pt-BR&s=1&m=389&ts=1437854973&sig=AKQ9UO9Kk394jCdzhOxjpaehbZDIKAAXkA

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Melhores posições sexuais para as mulheres

Melhores posições sexuais para as mulheres

Modalidades mais excitantes para elas incluem sexo de 4, em pé e em cima da mesa.Ter conhecimento sobre o próprio corpo e preferências é fundamental no momento de se relacionar com outra pessoa. Quando a mulher sabe o que lhe dá prazer, pode mostrar isso ao parceiro e garantir uma relação muito mais satisfatória para ambos.

Além da masturbação, que é uma prática importante para o autoconhecimento, explorar novas posições sexuais faz com que o casal descubra diferentes sensações e formas de estimulação. “Para ter o máximo de prazer, também vale fazer uso de produtos sensuais e vibradores”, indica a psicóloga e terapeuta sexual Patrícia Corrêa Arouca. A especialista conta quais são as posições que mais estimulam o prazer feminino.

5 melhores posições para elas

De 4



Além de permitir a penetração profunda e facilitar a estimulação do ponto G (região localizada na parede anterior do canal vaginal), a posição instiga a fantasia de submissão que muitas mulheres têm, já que o homem pode agarrá-la pela cintura ou quadril, dar tapinhas no bumbum, puxar o cabelo e controlar a penetração. “Proporciona uma transa mais selvagem. O homem pode tocar a parceira nas costas e nos seios, e ambos têm a possibilidade de estimular o clitóris”, diz a especialista.

Mulher por cima



É a favorita de muitas mulheres, principalmente porque são elas que comandam os movimentos. “Muitas só conseguem chegar ao orgasmo nesta posição”, afirma a terapeuta sexual.
“O ritmo, a intensidade e a profundidade são definidos por ela, que ainda consegue roçar o clitóris no púbis do parceiro, o que favorece o orgasmo. Além disso, o fato de estar no comando pode despertar a fantasia de poder e dominação que excita muitas mulheres”, descreve.

Em pé



A mulher fica virada para a parede, de costas para o parceiro, que a penetra por trás. Assim como a posição “de 4”, também permite alimentar a fantasia de submissão e “selvageria”. Ambos podem estimular o clitóris durante a penetração.
“O homem tem grandes possibilidades de explorar o corpo feminino com beijos nas costas e pescoço e carícias nos seios, nádegas e pernas. Ele pode dizer palavras doces ou picantes ao pé do ouvido, dependendo da preferência do casal”, sugere Patrícia.
Outro ponto positivo e interessante do sexo em pé é que, por ser realizado fora da cama, torna a experiência mais excitante, podendo ser feita em qualquer cômodo da casa, inclusive no chuveiro. “Ela garante uma dose extra de erotismo que não permite nem que o casal chegue até o quarto”, completa a especialista.

Em cima da mesa



A mulher pode se sentar ou deitar na beirada da mesa, enquanto o homem fica de pé na sua frente. Como no caso anterior, possui uma dose extra de excitação por ser realizada fora do quarto. “A penetração é profunda. O homem pode acariciar os seios, clitóris, barriga e quadril da parceira, enquanto ela fica em uma posição cômoda, podendo cruzar suas pernas em volta do corpo dele e ficando com as mãos livres para se masturbar. O contato visual é bastante estimulante”, descreve a terapeuta sexual.

Flor de lótus



O homem e a mulher se sentam, sendo que ela fica por cima dele, com as pernas ao lado das suas. O casal mantém contato visual e uma proximidade muito grande, podendo trocar beijos, abraços, caricias, estímulos no pescoço e palavras ao pé do ouvido. “Esta posição proporciona sentimentos de carinho, ternura e proteção pela possibilidade de calorosos abraços. Outra coisa interessante é a possibilidade de beijos nos seios, uma das partes mais erógenas do corpo feminino e fonte de muito prazer para elas”, afirma Patrícia.

Retirado de:http://noticiasaki.net/melhores-posicoes-sexuais-para-as-mulheres/
Imagens tiradas do google

Jovens criam projeto de camisinha que muda de cor quando detecta DST

Jovens criam projeto de camisinha que muda de cor quando detecta DST
Preservativo conteria moléculas que são indicativos de doenças venéreas. Jovens britânicos ganharam prêmio por ideia.
24/06/2015 11h58 - Atualizado em 25/06/2015 16h40
Do G1, em São Paulo
Exemplares de camisinhas que mudam de cor quando são detectadas doenças sexualmente transmissíveis (Foto: Divulgação/TeenTech2015)Modelos mostram como seriam as camisinhas que mudam de cor (Foto: Divulgação/TeenTech2015)
Arte DST Bem Estar (Foto: Arte/G1)
Um grupo de estudantes do Reino Unido desenvolveu um conceito de preservativo que muda de cor quando, durante a relação, uma doença sexualmente transmissível for detectada.
(Correção: ao ser publicada, esta reportagem errou ao afirmar que o preservativo que muda de cor quando em contato com uma DST foi apresentado pelos alunos. Na verdade, eles apresentaram apenas a ideia do produto, não o produto em si. A informação foi corrigida nesta quinta-feira, 25, às 15h45).
A ideia, que recebeu o prêmio TeenTech de melhor inovação para a saúde, foi apresentado por adolescentes da Academia Isaac Newton, de Illford.
O produto foi chamado de S.T.Eye (um trocadilho para olho para doenças sexuais) e tem o objetivo de combater as crescentes taxas de infecção.
Segundo a publicação britânica “Daily Mail”, a camisinha, caso produzida, conteria uma camada de moléculas que ficariam fosforescentes quando em contato com bactérias e vírus associados a DSTs.
Se for detectada clamídia, por exemplo, a camisinha ficaria da cor verde. Caso detectasse herpes, o preservativo ficaria da cor amarela. Para sífilis, a cor seria azul, e em caso de presença do papiloma vírus humano, o HPV, a cor seria roxa.
O TeenTech é uma premiação destinada a adolescentes com idade entre 11 a 16 anos que tenham ideias tecnológicas que tornem a vida melhor e mais fácil.
Retirado de:http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/06/adolescentes-criam-camisinha-que-muda-de-cor-quando-detecta-dsts.html